segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Caio Fernando Abreu


Hoje, seria seus 63 anos, mas infelizmente você já se foi. Foi pra longe, para algum lugar melhor do que aqui.
“Gosto de pensar que quem já morreu fica num lugar quentinho, que a gente não vê, cuidando de quem ainda não morreu. E se você quiser agradar a essa pessoa, é só fazer coisas que ela gostava. Aí ela fica ainda mais quentinha e cuida ainda melhor da gente!”
"Porque tem outra coisa: girassol quando abre flor, geralmente despenca. O talo é frágil demais para a própria flor, compreende? Então, como se não suportasse a beleza que ele mesmo engendrou, cai por terra, exausto da própria criação esplêndida. Pois conheço poucas coisas mais esplêndidas, o adjetivo é esse, do que um girassol aberto."

Eu nunca vi ninguém escrever tanto. Com tanta assiduidade, tanta paixão. De manhã, de tarde, de noite, de madrugada, no ônibus, na redação, na fila, na coxa, no guardanapo, na bolacha do chope, no papelzinho fuleiro, Caio estava sempe escrevendo. Dom, fado, sina. Conheci Caio Fernando há uma eternidade. E há duas eternidades morro de saudades do Caíto.” - José Marcio Penido, sobre Caio Fernando Abreu.

"Queria tanto que alguém me amasse por alguma coisa que eu escrevi."

E Caio, a gente te ama! Tu és eterno!


2 comentários:

  1. Uma lenda da Literatura Brasileira! As suas obras nunca se perderão com o tempo, será sempre revivida como a arte poética que é! *-*

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  2. To seguindo o blog (:

    http://sonhodeconsumoteen.blogspot.com

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